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Este blog tem o objetivo de interagir com todas as pessoas engajadas na educação: alunos, educadores, pais, etc.
Estou muito feliz por poder dividir tudo isso com você.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Modelo de Resenha

Resenha da 1ª edição do livro Comunicação pra quê? de Marcio Gonçalves, editado pela All Print Editora, em São Paulo, 2007.

            A obra em questão aborda uma complexidade que muitas vezes se faz presente no ambiente de trabalho: a comunicação. Esse tipo de comunicação também pode ser chamado de corporativa ou empresarial.
            A estrutura da obra se apresenta de forma informal e inovadora, de modo a deixar o leitor bem à vontade, visto que o texto é diagramado em forma de blog, no qual geralmente encontram-se diversos tipos “resenhas” pela rede. Esse tipo de comunicação tem demonstrado sua eficácia em divulgar diversos assuntos bem como fonte de conhecimento para toda e qualquer pessoa que tenha o interesse em aprender mais sobre algo. Cada capítulo direciona o leitor a um ponto crítico nesse relacionamento empresarial não só através de questionamentos como também apresentando soluções e ideias que sempre surgem após uma análise do trabalho como um todo.
            Logo no primeiro capítulo o autor aborda uma constante na comunicação interna de uma empresa: a falta de identificação das pessoas que delegam ordens sobre as outras. Em seguida, ele aborda os sete elementos que fazem parte da rede no processo de comunicação nas organizações, bem como as 15 estratégias de comunicação empresarial. Tudo isso a fim de chamar a atenção às diversas barreiras que surgem e sempre existirão na comunicação. Uma delas é a vaidade, aquela que está presente desde o estereótipo até o ego, impedindo que aja integração entre os diversos setores de uma empresa.
            A inovação também tem seu papel de destaque neste livro, visto que ela é abordada como o objetivo principal num bom processo de liderança e comunicação de uma empresa. As perguntas ao final de cada capítulo levam o leitor a uma reflexão sobre seus atos.
            A falta de clareza na comunicação só contribui para que ajam ruídos numa organização. Uma sugestão dada seria a de catalogar tudo, ou seja, escrever o que é falado e decidido em pautas de reuniões, e-mails salvos e impressos etc. Agir dessa forma ajuda a identificar o sujeito e portador de informações, bem como contribui para que nada fique subentendido.
            Se um dos elementos da comunicação interna de uma empresa resolve não funcionar são criadas as barreiras que podem causar grandes confusões. Essas falhas devem ser sanadas mesmo que isso signifique mudar a cultura de uma empresa. Não se pode ser avesso às mudanças, novas ideias devem ser implantadas aos poucos. Logo, todos os funcionários devem estar integrados numa mesma cultura empresarial, baseada na fórmula mais adequada para a comunicação interna: crença na comunicação = confiança na empresa).
            Estamos na era da informação, nada mais justo que investir em tecnologias para seu desenvolvimento. Porém, isso deve ser feito de forma cautelosa, visando rapidez na notícia de forma saudável, e não o endurecimento da comunicação muitas vezes causado pela própria relação humana.
            A utilização de veículos como jornais internos, revistas, murais, boletim eletrônico e até mesmo programas internos de TV e vídeos na intranet promovem um melhor clima de trabalho, permitindo a satisfação dos funcionários, bem como a melhoria da imagem da empresa.
            O diferencial desta obra está no fato de o autor ter vivido e adquirido essa experiência em empresas de comunicação. Ela é recomendada para todos aqueles que trabalham tanto em grandes empresas quanto em microempresas, também estudantes e estudiosos da comunicação.
            Marcio Gonçalves é jornalista, com especialização em Pesquisa de Mercado e Opinião Pública e mestrado em Ciência da Informação. Desde a graduação tem desenvolvido pesquisas voltadas para a área da comunicação empresarial.

Por Helayne Villa Barbosa, acadêmica do curso de Comunicação da Universidade Estácio de Sá (UNESA).


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Passo a passo para a construção da resenha


Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:
1. Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
2.Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;
3.Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;
4.      Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;
5.Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.
6.Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.
7.Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.
8.Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”

Como fazer uma resenha


Todo mundo que frequenta o blog está acostumado a ler várias resenhas toda semana, mas afinal, o que é e o que precisamos saber para escrever um texto desse tipo?
Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.
O objetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende a confundir até os mais familiarizados com todo esse conteúdo.
Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.
No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010



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Avaliação

Dia de avaliação causa sempre um rebuliço na sala de aula. Livros abertos, perguntas, quem dera se fosse assim todos os dias. Bom, ontem foi um tanto quanto complicado contornar essa situação. A professora estava sem voz pela 2a. vez dentro de um mês e precisava arrumar a sala para uma das muitas avaliações que se faz numa turma. Foi difícil, a contribuição dos alunos não era mais a mesma da 1a. vez, mas entre as diversas interpretações do texto de Affonso Romano de Sant'Anna e sufixos, sílabas átonas, vogais e semivogais deu tudo certo. Deixo uma reflexão sobre isso:
"Avaliar é fundamental. Os indicadores são a fotografia do ensino."
Mozart Ramos, presidente executivo do Todos pela Educação

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Transcrição Fonética

Isso foi motivo de polêmica hoje na 1002FG. Alguns alunos nunca tinham visto e, por isso, se escandalizaram ao verem a palavra "quase" no quadro ao lado de sua transcrição fonética [kwazi]. Pensei: "Eu só lembro disso por causa da faculdade, também já faz tanto tempo que passei pelo Ensino Médio." As fricativas, bilabiais, oclusivas, vibrantes, velares fazem parte da vida de todo estudante de letras.
Viva à Linguística!!!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Conte comigo

Hoje foi um dia agitado na CN 1001. Fomos à biblioteca, lemos diversas crônicas, maioria de Veríssimo e fizemos previsões de leitura. Foi uma atividade bem bacana, somente com o título exposto na lousa os alunos responderam algumas questões e após a leitura da crônica "A estranha passageira" todos puderam confrontar suas respostas com a história propriamente dita.
Nosso encontro foi breve, porém intenso.
Estaremos sempre juntos.
Aguardo o lançamento do livro, viu?!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Orientação Tecnológica

Hoje foi o último dia de oficina para aprendizagem e aplicação das ferramentas tecnológicas no Maria Zulmira. Experiência muito boa de como trabalhar com blog, data show e o Linux a fim de dinamizar nossas aulas. Sempre temos algo a aprender. Aqui vai um pensamento escolhido pela nossa orientadora tecnológica que resume tudo o que vivemos nesses dias:
"Pensamos em demasia e sentimos muito pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeto e doçura." Charles Chaplin

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Conheça o professor de seu filho

Hoje foi dia de reunião dos pais e educadores no Maria Zulmira, confira esta dica:

Apresente-se ao professor (ou professores) do seu filho e cultive uma boa relação. Converse com ele sempre que possível - na entrada e saída da escola, nos eventos, nas reuniões de pais. Procure-o quando você sentir que precisa falar alguma coisa e, por outro lado, encontre-o toda vez que ele solicitar.

Encontre outras dicas no site www.educarparacrescer.abril.com.br

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A preferida da galera

Crônica do amor
(Arnaldo Jabor)

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Crônicas Sugeridas

Na aula de hoje fizemos uma roda de leitura com as crônicas trazidas pelos alunos da 1002 FG. Eis algumas sugestões:
www.recantodasletras.uol.com.br/cronicas
www.almacarioca.com.br
www.germinaliteratura.com.br/cronica
www.textolivre.com.br
www.jocum.org.br/tag/cronicas-do-cotidiano
Boa Leitura!!!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

22 de agosto-Dia do Folclore


Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.

Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação".

Para que serve?

O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.

Qual a origem da palavra "folclore"?

A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. "Folk", em inglês, significa "povo". E "lore", conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer ''conhecimento popular''. O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura européia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado "Folk-lore". No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se "folclore".